Quem em conhece sabe que deixei de fumar de um momento para o outro e que estive anos e anos sem tocar num cigarro. Mas ultimamente tem me dado para fumar um cigarrito de vez em quando. às vezes 3 ou 4 se o meu companheiro/a de fumo for um amigaço e me incentivar a partilhar mais nicotina. Normalmente este fumarejo surge depois de um jantarzinho ou então na toma de café de uma amiguito fumador que após conversa intensa e bem humor surge a mensagem tenebrosa: agora até ía bem um cigarrito. É vergonhoso e não sei o que se passa comigo, porque passou dias sem pensar em tabaco, não é vicio.... e se me derem um cigarro para fumar mais logo, não me dá prazer nenhum. Eu gosto é de fumar acompanhada por alguém que fume, tipo social...E depois pós tabaco pareço uma neurótica ao tentar disssimular o cheiro que fica nas mãos. Lavo-as umas dez vezes e fico completamente cismática que mal chegue a casa tenho de tomar banho para aniquilar cheiro. O curioso é que quando era fumadora não tinhas estas "pancas".
Nunca compro tabaco, eu sou mesmo uma crava, uma daquelas que só pede de vez em quando para não ser apontada como aquela que fuma graças aos outros. às vezes dizem-me queres vir fumar um cigarrinho. E eu respondo não. Faço-o muitas vezes...o que me faz pensar que até controlo esta necessidade... Sei se começo a comprar tabaco, fumo com mais regularidade, provavelmente passo a fumadora.
Passo a vida a prometer a mim mesma que não volto a fazê-lo, que foi só desta vez, etc e tal... a sério, já passei por 30, não deveria ter ganho juizo....? Ao que parece com a idade pioro. Vou tentar convencer-me que é uma fase e que um dia destes consigo dar um corte radical neste tendência. Até lá é ver-me a dar toque a amigos fumadores e perguntar se posso ir lá fumar um cigarrinho...fica barato, fica.... daqui a pouco surge a incógnita se os procuro por tabaco ou companhia...ehehehehehehe
17/03/08
Sentir-me regador
Há períodos nas nossas vidas em que inevitavelmente sentimos a proximidade das lágrimas sem aviso prévio, aliás quase no preciso momento em que elas caem como em catadulpa pelo rosto, fazendo-nos sentir impotentes e muitas das vezes ridiculos. Na verdade, não me posso queixar e tentei tirar proveito desta fase, pois foi a oportunidade de saber qual a sensação de se ter incontinência - não urinária - mas sim lacrimal. Era acordar de manhã com um aperto no peito e chorar antes do pequeno almoço e durante o dia, aproveitando uma ida à casinha de banho...Choramingar ao deitar era o meu favorito, aproveitava o duche e era água por tudo que é canto...
Foi um estágio intenso e profícuo. Quase me transformei num regador. As lágrimas eram de tal forma proeminentes que encharcavam literalmente a roupa e me queimavam o rosto. Temi pela minha "cútis", pelo surgimento de rugas. Comprei valdis para relaxar, enchi frigorifico de guloseimas, evitei filmes lacrimejantes, enchi a minha agenda pessoal para todo o tempo que ficasse em casa se resumisse ao acto de me deitar. Mesmo assim senti o meu coração dilacerado, como se tivesse desenhado numa folha de pele que foi rasgado em pedacinhos minusculos.
Tive quase duas semanas em que o meu humor andou oscilante, pois lutei que nem uma cavaleira andante para que o sorriso se mantivesse. Menti desalmadamente alegando que andava muito cansada e que dormi mal...a verdade é que a tristeza se instalou no meu coração sem vontade alguma de se retirar.
Tomei uma decisão. E as mudanças causam sempre sentimentos contraditórios. Mas sei que estou a fazer o correcto e o melhor para mim.
E apesar de disfarçar as olheiras profundas e os papos debaixo dos olhos, o que me fez desenvolver novas técnicas e conhecimentos de maquiagem, há algo que descobri. Sou demasiado limpida e não há cosmética que dissimule o que se passa cá dentro, o que pode ser bom, mas também muito mau...péssimo aliás... Ando obviamente infeliz....
O que aconteceu para fixar neste estado? Tudo se resume ao facto que gosto demasiado de alguém que não quer gostar de mim.
Descobri que chegou a hora de desistir lutar por alguém que não sabe se me quer ou não.
Afinal a pessoa mais importante da minha vida sou eu e tenho-me esquecido disso, novamente....
Descobri que pode ser duro desistir, porque dói sempre, mas é o mais certo e o menos doloroso a longo prazo... Descobri que as lágrimas acabam por ser menos abundantes...e que por mais más experiências e desaires amorosos que venha a ter vou acabar por voltar a apaixonar-me sempre...por alguém super imaturo, que não sabe se me quer ou não... porque quando se nasce estúpida...morre-se estúpida e lá vou sendo feliz assim, pelo menos iludo-me que sim.
Venham os sapos e principes, tenho beijos para todos
Foi um estágio intenso e profícuo. Quase me transformei num regador. As lágrimas eram de tal forma proeminentes que encharcavam literalmente a roupa e me queimavam o rosto. Temi pela minha "cútis", pelo surgimento de rugas. Comprei valdis para relaxar, enchi frigorifico de guloseimas, evitei filmes lacrimejantes, enchi a minha agenda pessoal para todo o tempo que ficasse em casa se resumisse ao acto de me deitar. Mesmo assim senti o meu coração dilacerado, como se tivesse desenhado numa folha de pele que foi rasgado em pedacinhos minusculos.
Tive quase duas semanas em que o meu humor andou oscilante, pois lutei que nem uma cavaleira andante para que o sorriso se mantivesse. Menti desalmadamente alegando que andava muito cansada e que dormi mal...a verdade é que a tristeza se instalou no meu coração sem vontade alguma de se retirar.
Tomei uma decisão. E as mudanças causam sempre sentimentos contraditórios. Mas sei que estou a fazer o correcto e o melhor para mim.
E apesar de disfarçar as olheiras profundas e os papos debaixo dos olhos, o que me fez desenvolver novas técnicas e conhecimentos de maquiagem, há algo que descobri. Sou demasiado limpida e não há cosmética que dissimule o que se passa cá dentro, o que pode ser bom, mas também muito mau...péssimo aliás... Ando obviamente infeliz....
O que aconteceu para fixar neste estado? Tudo se resume ao facto que gosto demasiado de alguém que não quer gostar de mim.
Descobri que chegou a hora de desistir lutar por alguém que não sabe se me quer ou não.
Afinal a pessoa mais importante da minha vida sou eu e tenho-me esquecido disso, novamente....
Descobri que pode ser duro desistir, porque dói sempre, mas é o mais certo e o menos doloroso a longo prazo... Descobri que as lágrimas acabam por ser menos abundantes...e que por mais más experiências e desaires amorosos que venha a ter vou acabar por voltar a apaixonar-me sempre...por alguém super imaturo, que não sabe se me quer ou não... porque quando se nasce estúpida...morre-se estúpida e lá vou sendo feliz assim, pelo menos iludo-me que sim.
Venham os sapos e principes, tenho beijos para todos
27/02/08
Sonhos doidos, surreais
Candidato-me seriamente a ser a musa insipradora de filmes de felini. Eu sei que ele morreu...mas se não tivesse tinha tanta ideia para argumento. Desde domingo que ando com sonhos super estranhos, regra geral censuro e vou-me esquecendo-me mal acorde. Mas hoje acordei atordoada, exausta, confusa, pensando, foi sonho/ é realidade?
Sonhei que uma colega de trabalho a V...tinha sido galardoada com o prémio "melhor blog" e que aqui no local de emprego estava a ser montada uma gala tipo "oscares". E eu - no sonho - adormeco, cheguei super atrasada a emprego e menti a hora em que entrei e aleguei junto à minha chefe que visse nas câmaras, que elas não mentiam. Aí, a chefe, começou a dar-me dicas como se fosse um outro colega meu de trablho, de seu nome J..s... com expressões faciais idênticas...assustador. Então, dizia-me ela, você quando falar perto da câmara tem de gozar com ela, mandá-la bugiar, para ela ver quem manda. Iludi-la, dar-lhe graxa...coisas assim. Então vi-me de repente rodeada por colegas que diziam obscenidades e tolices mas que nem ventrilocos controlavam movimentos da boca que nem dobragem brasileira de novela venezuelana/ espanhola. Simplesmente um escândalo de estupidez.
Já sei, o que a maioria pensa, que ando a consumir substâncias...a sério que não. Mas que ando um bocado ansiosa, sim é verdade... estou à espera de uma resposta e enquanto ela não chega, a minha mente inventa, inventa estórias...
Sonhei que uma colega de trabalho a V...tinha sido galardoada com o prémio "melhor blog" e que aqui no local de emprego estava a ser montada uma gala tipo "oscares". E eu - no sonho - adormeco, cheguei super atrasada a emprego e menti a hora em que entrei e aleguei junto à minha chefe que visse nas câmaras, que elas não mentiam. Aí, a chefe, começou a dar-me dicas como se fosse um outro colega meu de trablho, de seu nome J..s... com expressões faciais idênticas...assustador. Então, dizia-me ela, você quando falar perto da câmara tem de gozar com ela, mandá-la bugiar, para ela ver quem manda. Iludi-la, dar-lhe graxa...coisas assim. Então vi-me de repente rodeada por colegas que diziam obscenidades e tolices mas que nem ventrilocos controlavam movimentos da boca que nem dobragem brasileira de novela venezuelana/ espanhola. Simplesmente um escândalo de estupidez.
Já sei, o que a maioria pensa, que ando a consumir substâncias...a sério que não. Mas que ando um bocado ansiosa, sim é verdade... estou à espera de uma resposta e enquanto ela não chega, a minha mente inventa, inventa estórias...
17/02/08
Homens, raça complicada!
Caros leitores este não é um texto de alguém ressabiado pelos espécimens masculinos, simplesmente é um desabafo de alguém que tende a ter dificuldade em assimilar reacções e na ausência delas fica frustada. E nós mulheres temos a fama de sermos um poço de complicações e indecisões. Preciso de apresentar-vos alguns elementos masculinos para que vossas opiniões se transformem num ápice.
Os homens são logo complicados à nascença, dando trabalho redobrado às mães. Como assim? Na própria muda da fralda. Com as pilinhas sempre levantaditas não há fralda que se aguente e a mãe desesperada assegura que pôs tudo em posição down, mas a criatura lá conseguiu pôr tudo up e logo mijou costas e tudo em redor. No início a mãe acha piada ao seu menino, mas logo, logo apercebe-se que são os primeiros sinais de que "eles é que mandam e fazem as coisas como lhes bem apetece". Depois é começar a andar e espatifarem tudo à volta, mas com a aprovação dos adultos, porque são crianças e ...rapazes. Depois crescem mais ainda e acumulam faltas e portam-se mal, mas sempre se desculpabilizam as criaturas que ora são autênticos doces para as mãezinhas e manas ora diabos artrozes quando lhes dá na gana. Desculpa na ocasião: as hormonas. Solução: pratica desportiva. Os pais inventam cada coisa, o menino ou vai para a natação, ou então cismam que só lhes vai fazer bem o convivio com mais rapazinhos da idade deles, isto é, mais pestesinhas confusas...então futebol, voleibol e basquetebol parecem sempre boas práticas. Erradérrimo. Deveriam colocá-las desde cedo em contacto com as fêmeas.... Assim, em grupo, com ouitros rapazes só criam mais paranoias, dúvidas e vicios de macho. Resultado passam definitvamente a caixinha de surpresas. E quem sofre com isto? As mães numa primeira fase, que ouvem respostas tortas a toda a hora, depois as manas que são o alvo favorito e posteriormente as potenciais namoradas que ficarão condenadas a desculpabilizá-los e a criarem neuroses tipo "o que é que eu fiz de errado". Mais uma vez pensamento deturpado. Não podemos analisar as pessoas terceiras e as situações sob o prisma da culpabilização, pois isso fere inevitavelmente fere a nossa auto-estima e de nada nos serve. Mas há alguns que escapam ao perfil desenhado, mas são tão mas tão raros. Que caso, você, cara leitora for uma sortuda daquelas que tem por namorado, marido ou amanate, alguém que sabe o que quer, é assertivo, ou seja, é sim ou não, nada de mais ou menos ou assim assim e não muda de opinião ou de postura consoante as ocasiões, aconselho-a a não deixá-lo sair de casa, sob o risco de ser cobiçado ou raptado por fêmea ou macho alheio. Pois...porque isto já abrange os gays. Já ouvi n de queixas... um escândalo delas.... os gajos são complicados é oficial. E se por acaso conhecerem um que não seja e que possua as seguintes características -
Há tempos estava uma colega minha a queixão do seu longo namoro de 10 anos e que sentia que a relação estava a chegar ao fim, porque o dito nunca fez nada para a mimar e sentindo o mesmo do que ela...a existência de um afastamento...nada faz. O dilema: deixar acabar ou esperar o milagre que ele utilize neurónios e se dê ao trabalho? Ela ainda enumerou algumas das coisas que gostaria que ele fizesse. Acabei por lhe dizer "Amiga tu queres uma namoradA, não um namoradO. Não conheço nenhum que faça isso...". Mas na verdade, apesar do que foi tudo anteriormente escrito, eu penso que: se há amor, devemos lutar. Não devemos ficar à espera de aprovação dos outros e que reajam da forma que pretendemos. Os papeis atribuidos nas relações mudaram e variam de parceiro para parceiro. Portanto se o amas amiga e se achas que sem ele vais sofrer muito, tenta mudar o rumo das coisas e reconquistar o teu sapo, que aos teus olhos será sempre um princípe.
Eu ando à caça de sapos e principes, um dia um não me escapa :)
Os homens são logo complicados à nascença, dando trabalho redobrado às mães. Como assim? Na própria muda da fralda. Com as pilinhas sempre levantaditas não há fralda que se aguente e a mãe desesperada assegura que pôs tudo em posição down, mas a criatura lá conseguiu pôr tudo up e logo mijou costas e tudo em redor. No início a mãe acha piada ao seu menino, mas logo, logo apercebe-se que são os primeiros sinais de que "eles é que mandam e fazem as coisas como lhes bem apetece". Depois é começar a andar e espatifarem tudo à volta, mas com a aprovação dos adultos, porque são crianças e ...rapazes. Depois crescem mais ainda e acumulam faltas e portam-se mal, mas sempre se desculpabilizam as criaturas que ora são autênticos doces para as mãezinhas e manas ora diabos artrozes quando lhes dá na gana. Desculpa na ocasião: as hormonas. Solução: pratica desportiva. Os pais inventam cada coisa, o menino ou vai para a natação, ou então cismam que só lhes vai fazer bem o convivio com mais rapazinhos da idade deles, isto é, mais pestesinhas confusas...então futebol, voleibol e basquetebol parecem sempre boas práticas. Erradérrimo. Deveriam colocá-las desde cedo em contacto com as fêmeas.... Assim, em grupo, com ouitros rapazes só criam mais paranoias, dúvidas e vicios de macho. Resultado passam definitvamente a caixinha de surpresas. E quem sofre com isto? As mães numa primeira fase, que ouvem respostas tortas a toda a hora, depois as manas que são o alvo favorito e posteriormente as potenciais namoradas que ficarão condenadas a desculpabilizá-los e a criarem neuroses tipo "o que é que eu fiz de errado". Mais uma vez pensamento deturpado. Não podemos analisar as pessoas terceiras e as situações sob o prisma da culpabilização, pois isso fere inevitavelmente fere a nossa auto-estima e de nada nos serve. Mas há alguns que escapam ao perfil desenhado, mas são tão mas tão raros. Que caso, você, cara leitora for uma sortuda daquelas que tem por namorado, marido ou amanate, alguém que sabe o que quer, é assertivo, ou seja, é sim ou não, nada de mais ou menos ou assim assim e não muda de opinião ou de postura consoante as ocasiões, aconselho-a a não deixá-lo sair de casa, sob o risco de ser cobiçado ou raptado por fêmea ou macho alheio. Pois...porque isto já abrange os gays. Já ouvi n de queixas... um escândalo delas.... os gajos são complicados é oficial. E se por acaso conhecerem um que não seja e que possua as seguintes características -
- ter concluido pelo menos o 2º ciclo de escolaridade
- saiba manter uma conversa minimamente interessante
- consiga ver os pés
- tenha dentição completa
- pele razoável
- tome banho
- tenha cabelo´
- seja hetero´
- solteirissimo
- com sentido de humor - seria um luxo
Já sabem apresentem-mo. Estou ansiosa para conhecê-lo.
Acabou-se reinado das gajas complicadérrimas. Agora basta darem-nos mimos e elogios e ficamos que nem cãezinhos entretidos com a ração. Qual prendas qual carrapuço. Sim, porque os espécimens que andam por aí querem ser bajulados até exaustão e prendas só vê-las em épocas festivas e a criatividade morre de velha...Há tempos estava uma colega minha a queixão do seu longo namoro de 10 anos e que sentia que a relação estava a chegar ao fim, porque o dito nunca fez nada para a mimar e sentindo o mesmo do que ela...a existência de um afastamento...nada faz. O dilema: deixar acabar ou esperar o milagre que ele utilize neurónios e se dê ao trabalho? Ela ainda enumerou algumas das coisas que gostaria que ele fizesse. Acabei por lhe dizer "Amiga tu queres uma namoradA, não um namoradO. Não conheço nenhum que faça isso...". Mas na verdade, apesar do que foi tudo anteriormente escrito, eu penso que: se há amor, devemos lutar. Não devemos ficar à espera de aprovação dos outros e que reajam da forma que pretendemos. Os papeis atribuidos nas relações mudaram e variam de parceiro para parceiro. Portanto se o amas amiga e se achas que sem ele vais sofrer muito, tenta mudar o rumo das coisas e reconquistar o teu sapo, que aos teus olhos será sempre um princípe.
Eu ando à caça de sapos e principes, um dia um não me escapa :)
15/02/08
Experiências surreais no local de trabalho
Desde Julho que a minha vida mudou para a melhor sem dúvida. Psicoses à parte sou hoje uma garota bem mais bem disposta e com mais estabilidade emocional graças ao meu novo emprego que me permite sentir-me útil e acima de tudo respeitada.
Mas como para mim o atendimento tem sido uma novidade e o facto de estar em contacto com dezenas de pessoas por dia, regularmente é razão para dar uma boa gargalhada, horas depois em privado, pois em frente aos clientes tenho de/devo manter postura. E até ao momento tenho-o conseguido. Agora no futuro...uma incógnita se desenha...
Uma situação hilariante foi a de um pai que veio levantar um exame de um filho. A criança tinha uns cinco nomes. Na ausência do talão de requisição que me dá pistas da correcta localização do exame, tive de andar à procura... Como não o encontrei liguei para uma colega para me dar apoio. Havia de facto com ela um exame pertencente a um menino porém um dos nomes não coincidia, aliás não tinha mesmo nada a ver. Reacção do cliente ouvindo enumeração do nome: é esse. é esse o nome do meu filho. Fiquei estupefacta e diz o pai "ele só tem 3 meses e ainda não me habituei ao nome, esse nome é da mãe está a ver". E eu pensei, não, não estou mesmo a ver. E era caso para referir, conheces a fulana que por acaso transportou o teu filho na barriga que nem canguru? Tens a certeza?
Outra fantástica, teve lugar quando estava a preencher a ficha de um cliente. perguntei pelo número de telemóvel. E ele - deixei no carro, mas se quiser vou buscá-lo e amenina fica aí com ele. E fazendo um esforço enorme para não rir, volto a perguntar, frisando - queria o número, número... de telemóvel. E o senhor, não sei de cor, mas precisa dele é. E eu censurei e continuei a pedir outros dados. Senti que em escassos segundos cederia a uma valente gargalhada.
Outra similar, aconteceu com uma velhinha, mesma pergunta: número de telemóvel: saca-me ela de um objecto enormissímo, um clássico da década de 90, e pousa-me no balcão dizendo, veja lá se consegue descobrir o meu número é que de cor não sei... Lá encontrou uma agenda onde suportamente se encontrava o registo do móvel. Por uma questão de precaução liguei para números, todos de pessoas diferentes. Passei à frente e contive novas gargalhadas... Prevejo que mais hilariantes episódios me aguardam, até lá, vou recolhendo elementos...
Mas como para mim o atendimento tem sido uma novidade e o facto de estar em contacto com dezenas de pessoas por dia, regularmente é razão para dar uma boa gargalhada, horas depois em privado, pois em frente aos clientes tenho de/devo manter postura. E até ao momento tenho-o conseguido. Agora no futuro...uma incógnita se desenha...
Uma situação hilariante foi a de um pai que veio levantar um exame de um filho. A criança tinha uns cinco nomes. Na ausência do talão de requisição que me dá pistas da correcta localização do exame, tive de andar à procura... Como não o encontrei liguei para uma colega para me dar apoio. Havia de facto com ela um exame pertencente a um menino porém um dos nomes não coincidia, aliás não tinha mesmo nada a ver. Reacção do cliente ouvindo enumeração do nome: é esse. é esse o nome do meu filho. Fiquei estupefacta e diz o pai "ele só tem 3 meses e ainda não me habituei ao nome, esse nome é da mãe está a ver". E eu pensei, não, não estou mesmo a ver. E era caso para referir, conheces a fulana que por acaso transportou o teu filho na barriga que nem canguru? Tens a certeza?
Outra fantástica, teve lugar quando estava a preencher a ficha de um cliente. perguntei pelo número de telemóvel. E ele - deixei no carro, mas se quiser vou buscá-lo e amenina fica aí com ele. E fazendo um esforço enorme para não rir, volto a perguntar, frisando - queria o número, número... de telemóvel. E o senhor, não sei de cor, mas precisa dele é. E eu censurei e continuei a pedir outros dados. Senti que em escassos segundos cederia a uma valente gargalhada.
Outra similar, aconteceu com uma velhinha, mesma pergunta: número de telemóvel: saca-me ela de um objecto enormissímo, um clássico da década de 90, e pousa-me no balcão dizendo, veja lá se consegue descobrir o meu número é que de cor não sei... Lá encontrou uma agenda onde suportamente se encontrava o registo do móvel. Por uma questão de precaução liguei para números, todos de pessoas diferentes. Passei à frente e contive novas gargalhadas... Prevejo que mais hilariantes episódios me aguardam, até lá, vou recolhendo elementos...
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